Nunes pode revisar condenação de Bolsonaro as véspera do 2⁰ turno

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Ninguém podia imaginar! Uma decisão do ministro Kassio Nunes Marques tem o potencial absolutamente chocante de revirar completamente o cenário envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)! Bem às vésperas de uma disputa de segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele simplesmente revelou a auxiliares que pode julgar o pedido da defesa para revisar a condenação do ex-presidente logo após o fim das urnas!​

E não para por aí! Nunes Marques simplesmente não descarta conceder uma liminar para colocar Jair Bolsonaro em liberdade! Quem diria?! A informação explosiva foi divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo e pegou todo mundo de surpresa nos bastidores de Brasília.​Como se não bastasse, ele ainda preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tem repetido que quer evitar qualquer faísca de interferência eleitoral. É por isso que a expectativa geral é de que o caso seja analisado logo após o segundo turno.

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Quem imaginaria essa reviravolta institucional?​Surpreendentemente, pessoas próximas a Kassio relataram que o próprio ministro considera que houve exageros gritantes no processo que resultou na pesada condenação de Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão! Entre os pontos que geram verdadeiro espanto estão o cerceamento da defesa e o rigor descomunal da pena. Vale lembrar que o ex-presidente cumpre a medida em regime domiciliar.

​Apesar da possibilidade de uma liminar relâmpago, o cenário mais provável é que Kassio jogue a batata quente para o plenário do STF, levando a revisão criminal para a análise dos demais ministros. O mais impressionante é que essa decisão pode provocar uma fratura exposta e inédita dentro do Supremo!​

Para coroar esse enredo inacreditável, a possível libertação ganhou um peso político monumental, já que Flávio promete conceder um indulto ao pai caso vença a eleição presidencial. Contudo, como a medida só poderia ser adotada após a posse, uma cartada judicial do STF seria o único caminho para ver Jair Bolsonaro livre ainda antes de 2027. Resta saber: a PGR, que já se manifestou contra a revisão em junho defendendo um “vigoroso conjunto probatório”, vai deixar barato?